Assistente Virtual: 5 erros de quem começa

Publicado em: 10/01/2020
Categoria: Geral
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Aqui no blog, já falamos sobre vários assuntos relacionados ao que fazer para ser Assistente Virtual. No entanto, existem alguns erros comuns cometidos no início, que podem ser evitados seguindo o exemplo de quem já passou por essa experiência inicial. Dentre eles, os que mais se destacam são:

  • Não organizar o próprio negócio;
  • Não organizar as prospecções;
  • Não posicionar-se no mercado;
  • Não acreditar no próprio negócio;
  • Não ter paciência.

Cada um desses erros envolvem técnica e experiência, mas todos eles estão relacionados com comportamento, principalmente autoconhecimento. Por isso, vamos explicar cada um deles, oferecendo orientações necessárias para que não seja necessário passar por eles.

1 – Não organizar o próprio negócio

Um dos motivos que faz com que o(a) Assistente Virtual não consiga organizar o próprio negócio, é o fato de não definir os nichos com os quais pretende trabalhar.

Quando falamos em nichos, queremos dizer por exemplo: dentistas, médicos, advogados, pequenas empresas, profissionais liberais, etc. Ao definir os nichos que irá atender, fica mais fácil elaborar uma comunicação assertiva para atrair clientes.

Da mesma forma, é necessário construir uma comunicação coerente com a área de atuação. Ao criar os canais de comunicação (blog, site, Facebook, Instagram, etc), muitas pessoas acabam postando assuntos aleatórios que não estão relacionados com a Assistência Virtual. Isso pode confundir as pessoas. Por isso, é fundamental que o discurso do(a) Assistente Virtual esteja alinhado com os serviços que irá prestar.

Saber colocar-se e comunicar-se de maneira clara e segura, traz mais credibilidade para o negócio e gera um relacionamento confiável com as pessoas. Falando nisso, conversar com pessoas reais (e não só virtualmente), para entender as dores e os sentimentos delas, contribui bastante para a construção de uma comunicação coerente e eficiente.

2 – Não organizar as prospecções

Muitos assistentes virtuais criam vários canais de comunicação, mas ficam esperando que os clientes batam à sua porta. Esse é um erro muito cometido por pessoas que não se organizam para fazer prospecção.

A prospecção organizada é um hábito muito valioso de quem sabe empreender. Por isso, recomenda-se fazer uma lista de possíveis clientes com os quais deseja trabalhar e buscar formas de fazer contato com eles, seja por telefone, e-mail ou pessoalmente. Uma pessoa que oferece “organização” como um de seus serviços, deve demonstrar-se organizada em primeiro lugar!

3 – Não posicionar-se no mercado

A maioria das pessoas que começam a empreender, são tímidas e “travam” no momento de divulgar seus serviços, fechando-se para o mundo. Porém, elas devem fazer exatamente o contrário: mostrar-se, dizer para as pessoas o que fazem, atualizar as redes sociais, contar para a família, amigos…

Enfim, quando o(a) assistente virtual posiciona-se como tal, as coisas começam a acontecer. As pessoas que conhecem o trabalho do(a) assistente virtual, contratam, gostam e comentam com as outras, gerando assim uma rede de relacionamento profissional. Essa atitude aumenta a credibilidade e a autoridade do profissional, seja na região onde mora e trabalha, seja tornando-se referência no mundo digital.

4 – Não acreditar no próprio negócio

Sabemos que a insegurança toma conta quando tudo é novo e desconhecido, mas uma vez que decide empreender, o profissional precisa acreditar em si mesmo para fazer acontecer.

Falando dos aspectos técnicos: o(a) Assistente Virtual precisa formalizar-se. Criar o MEI, emitir notas fiscais e ter um e-mail corporativo, são os principais pontos nos quais esse profissional precisa investir. Temos um artigo explicando como é fácil criar o próprio MEI e para criar o e-mail corporativo hoje em dia é muito simples e barato. Essas atitudes são fundamentais para transmitir confiança e credibilidade para os clientes.

Além dos aspectos técnicos, existem também os comportamentais, que envolvem descrença, reclamações, negativismo e falta de perspectiva. Para driblar todos esses aspectos ruins, recomendamos fortemente que o(a) Assistente Virtual tenha sempre em mente o principal motivo que o levou a escolher essa profissão.

Buscar o objetivo principal é a motivação para fazer acontecer, mas além disso é preciso ser positivo, parar de reclamar e acreditar em si próprio. A pessoa por trás do Assistente Virtual é a própria imagem do negócio e deve ser vista como alguém confiante e motivado.

5 – Não ter paciência

Acreditamos que esse seja o tópico mais importante, principalmente num mundo de imediatismo e atualizações constantes, como o que vivemos atualmente. Na contramão das rápidas modernidades, empreender requer muita paciência e automotivação!

Como falamos anteriormente, além de ter muito claro o motivo pelo qual optou abrir o negócio, é preciso compará-lo à uma planta. Quando plantamos uma semente, ela não cresce da noite para o dia. Demora um certo tempo até que possamos colher seus frutos.

Assim também acontece com a Assistência Virtual. Dependendo da área de atuação com a qual escolheu trabalhar, a colheita dos frutos pode demorar meses para acontecer. Para lidar com essa espera, recomendamos ter muita calma e aproveitar para revisar todos os pontos que listamos anteriormente.

Como a própria Camile explica no curso, os boletos vão chegar, mas não adianta desesperar-se… Guarde tudo para o momento certo em que os frutos aparecerão e as dívidas serão sanadas. Enquanto isso, invista em conhecimento, relacionamento e coloque tudo o que aprendeu em prática!

Bons negócios e até a próxima!

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